CHAMINÉS DE PAULISTA VIRAM PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE PERNAMBUCO

Paulista deu mais um passo decisivo na formação da história nordestina. O município promoveu nesta terça-feira (09.02) o tombamento do conjunto das chaminés das antigas fábricas da Companhia de Tecidos Paulista da família Lundgren. As quatro torres, sendo três na Fábrica Aurora e uma na Fábrica Arthur, passam a integrar oficialmente a lista do Patrimônio Histórico de Pernambuco. Os monumentos têm cerca de 75 metros de altura cada um.

A cerimônia foi realizada na velha Fábrica Arthur, área central da cidade. A iniciativa é resultado de entendimentos selados entre Prefeitura, ACLF Empreendimentos, Companhia de Tecidos Paulista, Grupo Nilson Lundgren, Conselho Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e membros da família Lundgren. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) também foi responsável pela concretização do projeto. Durante a solenidade foi anunciada a aprovação do Projeto de Lei 004/2012 de autoria do vereador Tonico, que propõe a posição da chaminé da Fábrica Arthur, na PE-15, como o marco zero de Paulista. O projeto segue, agora, para sanção do prefeito Yves Ribeiro. 

Antes das chaminés, o antigo casarão da Família Lundgren, situado em frente à Praça João Pessoa, também no Centro, já havia sido tombado pelo Conselho Estadual de Cultura. O presidente da instituição, Marcus Accioly, adiantou que já vem trabalhando no sentido de incluir a Igreja Matriz de Santa Isabel na lista de monumentos tombados.

O prefeito Yves Ribeiro destacou a importância da família Lundgren para a história da cidade. “Ainda no século XX, Paulista foi decisiva na economia do Nordeste com sua produção têxtil. E nós devemos muito aos operários que por aqui passaram”.Estiveram presente ainda os vereadores Tonico/PSB, Silvio Moura/PCdoB e Fabiano Paz/PSDB, o secretário Jorge Carreiro/PCdoB representou os demais presentes.

NOVO SHOPPING- O diretor da ACLF Empreendimentos, Avelar de Castro Loureiro Filho, além de expressar em seu pronunciamento, que Paulista deve continuar investindo na preservação de seu patrimônio cultural, destacou que a cidade vai avançar na sua autonomia financeira. Ele se refere ao “boom econômico” que Paulista deve passar com a construção de um shopping. “O equipamento já vai nascer maior de que o Tacaruna”, assevera o empresário, que será responsável pelo empreendimento.





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