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3 de setembro de 2012

Com três gols no segundo tempo, Cruzeiro vence o Náutico em BH

Time de Celso Roth se arruma na etapa final e passa com facilidade pelo Timbu, 
em jogo fraco tecnicamente, mas com muita correria e disposição.

Do Globo Esporte

A expectativa de que Cruzeiro e Náutico fizessem um grande jogo por causa do bom momento que vivem no Campeonato Brasileiro não se confirmou. A partida entre os times na noite deste domingo no estádio Independência, em Belo Horizonte, foi fraca tecnicamente, mas disposição e correria não faltaram para Raposa e Timbu. Melhor para o time mineiro, que venceu por 3 a 0, com todos os gols feitos no segundo tempo, por Borges, Élber e Wellington Paulista.
Por mais que os times não se acertassem em campo, a partida foi disputada em alta velocidade. O Cruzeiro sentiu muito a falta de Montillo, e o Náutico, de Kieza, o que fez com que Alexandre Gallo montasse o time apenas com Araújo no ataque.
E o atacante falou sobre a instabilidade da equipe após sofrer o primeiro gol, quando o jogo era equilibrado.
- Após o primeiro gol nós nos desequilibramos e não tem como reclamar muito. Agora é pensar no próximo jogo.
Por sua vez, Wellington Paulista, aprovou a atuação da equipe e ainda comemorou o gol marcado, o nono no Brasileirão.
- Fizemos uma grande partida e conseguimos um ótimo placar. Ainda bem que consegui entrar bem e deixei o meu.
O resultado manteve o Cruzeiro na sexta colocação na tabela, com 34 pontos. O Náutico perdeu uma posição e agora é o décimo, permanecendo com 28 pontos. O jogo foi visto por 11.673 pessoas, que proporcionaram uma renda de R$ 271.985.

Os dois times voltam a campo já na próxima quarta-feira. O Náutico recebe o Vasco, no estádio dos Aflitos, no Recife, às 19h30m (de Brasília). Um pouco mais tarde, às 22h, Cruzeiro e Botafogo medem forças no Independência.
Mateus Leandro Guerreiro Cruzeiro araújo náutico (Foto: Paulo Fonseca / Agência Estado)
Mateus e Leandro Guerreiro marcam Araújo de perto (Foto: Paulo Fonseca / Agência Estado)
Pouca emoção no Independência
Como tem acontecido em todas as partidas no Estádio Independência, devido às pequenas dimensões do gramado, o jogo foi muito corrido. O campo é o menor do Brasileirão, com 104 metros de comprimento por 74 de largura.
O Náutico começou melhor. Com seis homens no meio-campo, ocupou bem os espaços e dominou o setor, comandado pelo talentoso e experiente Martinez. Araújo, único atacante de ofício, se movimentava bastante, confundindo a zaga cruzeirense.
O time mineiro sentia muito a falta de Montillo. O substituto Souza não conseguia acertar as jogadas, e a dupla de ataque Borges e Wallyson parecia não se entender. A principal arma do Cruzeiro era os lançamentos de longa distância, com o objetivo de ficar com o rebote da defesa, mas as tentativas não funcionaram bem.
A velocidade do jogo permaneceu alta, mas o domínio territorial do Timbu diminuiu na segunda metade do primeiro tempo. O Cruzeiro não só equilibrou as ações, como passou a levar perigo para o goleiro Gideão, em lances de Everton, Borges e Léo.
Mesmo com toda a correria, a etapa inicial foi fraca tecnicamente, e o 0 a 0 ficou de bom tamanho para tão pouca criatividade. O ponto alto foi a participação da torcida do Cruzeiro, cantando e incentivando o time sem parar durante os 45 minutos.
Tempo de gols
O Cruzeiro voltou do intervalo em cima do Náutico. Mais ligado no jogo, Souza se aproximou de Borges e Wallyson, e o trio conseguiu criar boas jogadas, com muita movimentação e contando com a ajuda de Everton, pela esquerda.
Um pouco mais recuado, o Timbu também era perigoso, principalmente com a velocidade de Araújo, ainda que ele estivesse um pouco isolado no ataque.
Celso Roth mudou o esquema tático do time, ao tirar Charles e colocar Wellington Paulista em campo, passando do 4-4-2 para o 4-3-3. Com isso, o Cruzeiro se mandou para o ataque, tentando sufocar o Náutico no campo defensivo.
De tanto pressionar, o Cruzeiro foi premiado com o gol. Everton cruzou a bola na área, a zaga tentou afastar, mas Borges ficou com a sobra e mandou, de cabeça, para o fundo da rede de Gideão, aos 29 minutos.
Em desvantagem no placar, o Timbu se mandou pra cima da Raposa e quase conseguiu o empate, com Kim. O Cruzeiro, porém, soube se segurar e, em um contragolpe mortal, armado por Everton e Wellington Paulista, chegou ao segundo gol, com Elber, aos 41 minutos.
Ainda deu tempo para Wellington Paulista deixar o dele. Aos 45, o atacante recebeu cruzamento dentro da pequena área e colocou mais uma na rede do Timbu. Nono gol do atacante no campeonato e festa da torcida do Cruzeiro com os 3 a 0. E após o apito final, Kim, do Timbu, recebeu cartão vermelho por reclamação com o árbitro.
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