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20 de fevereiro de 2013

Wellington Dias rebate críticas de Aécio Neves ao governo do PT

Logo depois do discurso em que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) criticou os dez anos de governo do Partido dos Trabalhadores, o senador Wellington Dias (PT-PI) subiu à tribuna em nome da liderança do PT para rebatê-lo e demonstrar os avanços vividos pelo Brasil de 2003 a 2013. O período corresponde aos dois mandatos do ex-presidente Lula e à metade do mandato de Dilma Rousseff.
Em oposição aos 13 pontos nos quais Aécio apontou fracassos do PT – em referência ao número correspondente ao partido nas urnas – Wellington apresentou 45 argumentos para mostrar os avanços vistos no país, também lembrando o número do PSDB.
O representante do PT destacou, na tribuna, a aproximação entre as classes sociais e a redução da desigualdade; o impulso da educação profissionalizante e técnica; a queda da mortalidade infantil em cerca de 58%; as farmácias populares e a instalação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); a política de combate às drogas; o crescimento da política de cotas e o melhor saneamento básico.
Wellington também lembrou a integração da América do Sul e da América Latina; as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), as mais de um milhão de casas do programa Minha Casa, Minha Vida, e a recente redução nas contas de luz.
- O Brasil hoje é bem mais forte que o que herdamos. Não vamos mais de pires na mão ao Fundo Monetário Internacional. Somos um país soberano, não subalterno e periférico. Somos um país de classe média, não de miseráveis; um país que tem suas universidades abertas para pobres, negros e índios.
O senador pelo Piauí insistiu que o Brasil que servia apenas a uma pequena elite, localizada nessa ou naquela região, já não existe depois de dez anos de governo do PT. E que houve um aumento vertiginoso da classe média. Ele afirmou que há dez anos a população se dividia entre uma metade de classe média e a outra composta por pobres e miseráveis. Hoje, 84% da população seriam de classe média. E avisou que embora essa classificação social seja sempre questionada, o que importa é que a população tem mais qualidade de vida.
Declarando que a última década foi de grandes transformações, em contraponto aos anos anteriores, conhecidos como décadas perdidas, o parlamentar comparou índices como a renda per capita e o desemprego. Ele informou que em 2002 a renda per capita anual dos brasileiros era de U$ 2,8 mil. Atualmente, ela seria de U$ 13,3 mil. No mesmo período, teriam sido gerados 19 milhões de empregos formais, contra 5 milhões de vagas abertas no governo do PSDB.
- O desemprego caiu de 10,5% para 4,9% e houve aumento real de 72% no salário mínimo. Promovemos inclusão bancária e a abertura do crédito. Vemos, com grande nitidez, uma década de profundas transformações que mais que recuperou o passivo das décadas perdidas. Foi uma década de reconstrução da nação.
Agência Senado
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