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"Mamam" de portas abertas para quem faz pesquisa sobre arte

"A arte tem o poder de nos tirar do lugar onde estamos. Ela mobiliza nossa criticidade, nos faz refletir sobre tudo". As palavras são de Mabel Medeiros, diretora do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, que é mantido pela Prefeitura do Recife. Além de promover exposições, cursos e eventos, o Mamam abriga espaço para quem quer ampliar conhecimentos sobre tal nobre e valiosa atividade humana: a Biblioteca e Centro de Documentação de Arte Pintora Lígia Celeste.

Registrado em 1986 e reinaugurado em 2002, o local funciona para o público em geral de segunda à sexta, das 13h às 17h. "O acervo é bastante diverso, temos livros, catálogos e vídeos que tratam de arte contemporânea. Mas também de assuntos afins, como educação e filosofia da arte", informa Mabel.

A Biblioteca é procurada desde jovens que buscam material para pesquisas escolares, até estudantes de mestrado e doutorado. As obras estão disponíveis apenas para consulta no local, não é possível obter empréstimos. Entre alguns dos destaques do acervo estão "Marcel Duchamp: Uma obra que não é uma obra"; "Poéticas do Processo - Arte Conceitual no Museu", de Cristina Freire; "A Herança do Olhar - o Design de Aloisio Magalhães", que reúne diversos ensaios críticos; "Viva a vida", de Guita Charifker; "Arte contemporânea: uma história concisa", Michel Archer; "Arte Moderna", Giulio Carlo Argan.

Os visitantes também têm a seu dispor obras sobre artistas pernambucanos, a exemplo de Cícero Dias, Vicente do Rêgo Monteiro, Gil Vicente, João Câmara, Renato Vale, Juliana Notari, Oriana Duarte e Paulo Meira. A diretora do Mamam destaca, ainda, a coleção de catálogos de exposições de diversos artistas. "Diferente dos livros, esse material nem sempre é reeditado, o que os torna raros", explica Mabel.

A hemeroteca é outro local indicado para pesquisas. O espaço guarda clipagens de matérias de jornais sobre arte e moderna e contemporânea, em especial, de artistas pernambucanos.

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