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Paulista será a primeira cidade do Brasil a realizar projeto pioneiro de educação em saúde ambiental

A Prefeitura do Paulista reuniu algumas de suas secretarias na tarde desta quinta-feira (23), no gabinete da secretária de Saúde, Fabiana Bernart, para discutir um novo projeto de saúde ambiental em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). O projeto terá a participação das Secretarias do Meio Ambiente, Saúde e Educação, com o objetivo de mobilizar, sensibilizar e capacitar a população sobre a importância da educação ambiental para melhoria da qualidade de vida e do ambiente em que está inserido.
Na ocasião, a proposta do projeto pioneiro no país foi apresentada e debatida entre os representantes das secretarias envolvidas, o prefeito Júnior Matuto e o chefe de gabinete, Francisco Padilha. O investimento no projeto será de R$ 2 milhões, por parte da Funasa, mais R$ 22 mil com recursos da Prefeitura, visando à formação e capacitação de agentes multiplicadores em relação às temáticas que envolvem questões de saúde ambiental e combate as arboviroses no município.
“Enquanto prefeito considero essa nova parceria com o Governo Federal de extrema importância para o município. Esse projeto vai trabalhar principalmente a questão preventiva, e nós sabemos que esse tipo de iniciativa traz muitos reflexos positivos pra rede de saúde que num curto a médio espaço de tempo terá um menor fluxo de pacientes nas emergências”, detalhou prefeito Júnior Matuto.
Se tratando da Saúde a secretária, Fabiana Bernart, visa à educação permanente apresentada no projeto como forma de contribuir para mudança no quadro da saúde da cidade. “Parte dos indicadores voltados a notificações de Dengue, Zica e Chikungunha estão relacionados ao meio ambiente que as pessoas vivem. Abordando em cima desse processo educativo vamos conseguir modificar o ambiente da casa, da comunidade, e naturalmente melhorar nossas notificações”, disse secretária com entusiasmo.
O projeto também contempla a rede municipal de ensino fundamental ajudando crianças e adolescentes a criar hábitos e atitudes para combater a proliferação do Aedes aegypti. O secretário executivo de Educação, Manoel Souto, analisou a proposta do projeto com boa perspectiva. “A gente espera que repercuta de forma positiva na escola, gerando consciência ambiental, mobilização social para que a comunidade escolar atue diretamente no município melhorando as condições ambientais e contribuindo para redução das arboviroses”, concluiu.

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