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Os impactos da desnutrição nas crianças e na fase adulta


 Nunca se falou tanto na importância de manter a imunidade nos patamares ideais como agora. Com a maioria das pessoas priorizando alimentos saudáveis e aderindo às vitaminas, o nutrólogo e especialista em medicina preventiva Humberto Arruda avalia a relação dos nutrientes e substâncias com o nosso organismo.

A desnutrição é um estado patológico causado pela falta de ingestão ou absorção de nutrientes. Dependendo da gravidade, a doença pode ser dividida em primeiro, segundo e terceiro grau. Existem casos muito graves, cujas consequências podem chegar a ser irreversíveis, mesmo que a pessoa continue com vida. Entretanto, a desnutrição pode ser leve e traduzir-se, sem qualquer registro de sintomas, numa dieta inadequada. “Se você perder de 5 a 10% do seu peso corporal na fase adulta, ao longo de três a seis meses e não está fazendo dieta, você pode estar em risco de desnutrição”, alerta o nutrólogo. Já em relação às crianças, a incapacidade de crescer dentro da taxa esperada, mudanças de comportamento como irritação, ansiedade e mudanças na cor dos cabelos e da pele são alguns sinais de desnutrição.

Antes da pandemia de coronavírus, 47 milhões de crianças sofriam em 2019 com a desnutrição, perda de peso e magreza extrema, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef). Ainda segundo comunicado da Unicef, com a pandemia, esse número "pode atingir quase 54 milhões de crianças nos primeiros 12 meses da crise". "A insegurança alimentar aumentou neste período de pandemia e ainda teve o fator dos preços dos alimentos que dispararam. A qualidade do regime alimentar das crianças diminuiu e as taxas de desnutrição aumentaram", apontou o nutrólogo.

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