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Junior Matuto volta à prefeitura do Paulista e retoma as obras e ações paralisadas por gestão provisória

 


Junior Matuto voltou ao comando da prefeitura do Paulista, na manhã desta quinta-feira, 19.11, por determinação do Supremo Tribunal Federal, que julgou improcedente o afastamento por 180 dias para apuração de denúncias de irregularidades na gestão. Ao tomar posse no plenário da Câmara de Vereadores, Junior Matuto, em discurso emocionado, determinou a nomeação imediata de todos os colaboradores para que a cidade retorne ao normal, e para que a população não sofra mais com a interrupção dos serviços essenciais na cidade, como a suspensão das cirurgias, o pagamento do auxilio emergencial e dos salários dos terceirizados e da coleta de lixo.

“Estamos retornando ao lugar que nunca deveríamos ter saído. Me reuni com os secretários as 06h da manhã e determinei que intensifiquem os trabalhos, com dedicação total para que a prefeitura volte a funcionar como estava antes, com a saúde atendendo à população, o Olhar Paulista, as cirurgias de catarata, as cirurgias ginecológicas e o remédio em casa, também vamos retomar a reforma da Praça de Jardim Paulista, do Clube Municipal e a pavimentação da Rua 49, que foram interrompidas.  Volto de cabeça erguida por que as acusações contra mim estão sendo apuradas e tudo será esclarecido. Acredito na justiça divina e dos homens. Enquanto isso, abram o CPF do nosso adversário, o forasteiro Yves Ribeiro e vocês vão saber que ele responde há mais de 40 processos, inclusive que já foi condenado a devolver 14 milhões de reais,” assegurou Junior Matuto.

Por duas vezes, Junior Matuto foi afastado do comando da prefeitura do Paulista e por duas vezes, o prefeito provisório Jorge Carreio assumiu a gestão, demitindo todos os cargos comissionados e paralisando a prestação de serviços essenciais à população do Paulista, nas áreas da saúde, da assistência social e da manutenção da cidade. Ao final da cerimônia, Junior falou para apoiadores que esperavam na frente do prédio da prefeitura. “Quero assegurar que ninguém será demitido. Só usarei minha caneta para demitir as pessoas que são de Igarassu e Itapessuma, porque Paulista pertence ao povo de Paulista”.

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